Protagonismo turístico e reflexos da crise política são destaques dos encontros em Laguna e Tubarão
A vocação turística de Laguna foi o centro das discussões do "Giro pelo Estado", que reuniu empresários e representantes políticos da região. O presidente da Fecomércio SC, Bruno Breithaupt, reafirmou o compromisso da Federação com o desenvolvimento turístico de Santa Catarina e defendeu o engajamento dos empresários para investimentos no setor.
Veja como foi o encontro em Ciciúma e Araranguá
“Laguna possui uma natureza exuberante aliada aos casarios e ruas históricas. É preciso nos mobilizarmos, junto ao poder público para desenvolver com responsabilidade e solidez o turismo na região. Nosso Sistema possui expertise, através do SENAC”, ressaltou. Além de buscar ações para que a vocação litorânea se desenvolva no Estado, a forma da condução dos projetos também foi abordada na reunião. Para o diretor geral do SENAC SC, Rudney Raulino o planejamento é essencial para que as ideias saiam do papel. “Turismo é comércio, hotelaria, infraestrutura e receptividade.
Devemos pensar a atividade como um todo e planejar através de cursos de qualificação e políticas públicas”. Natanael Wisintainer, presidente do Sindiilojas de Laguna e região reforçou a necessidade de união dos empresários locais. “Temos o SENAC, com seus cursos e corpo técnico como parceiros para alcançar a excelência no turismo local”, enfatizou.
Crise política
Em Tubarão, Bruno Breithaupt, presidente da Fecomércio SC, afirmou que é preciso responder aos anseios da base e garantiu, no encontro realizado no SENAC da cidade, que a Federação continuará com campanhas que vão ao encontro dos anseios da população.
“Somos contra a todo tributo que onera o desenvolvimento de Santa Catarina e do Brasil. Vamos continuar nos mobilizando até que a agenda política contemple a reforma tributária”, avaliou Breithaupt.
O presidente do Sindilojas de Tubarão, Harrison Marcon, alertou para os reflexos da crise que impactam negativamente no setor do comércio e reafirmou seu apoio à campanha “Já tá pesado demais”, contrária à volta da CPMF. “O país vive uma situação conturbada não podemos mais arcar com tantos impostos. Não é o momento de cruzarmos nossos braços, precisamos mostrar força. Somos um dos setores que mais geram receita para esse país”.


