Câmara da Fecomércio defende a prorrogação do IPI reduzido
Com discurso em consonância com a geração de emprego e o crescimento de vendas em função da desoneração da alíquota, a Câmara do Comércio de Material de Construção da Fecomércio SC defendeu, na tarde desta terça-feira (20), a prorrogação da desoneração do IPI para o comércio de material de construção até 2010.
Na avaliação do presidente da câmara, empresário Roberto Breithaupt, a medida beneficia toda a população, com redução dos preços da construção, geração de emprego e renda e redução do déficit habitacional. “Diante do incentivo que a redução do IPI traz para setor e também pelos benefícios da desoneração do imposto para toda a cadeia produtiva, deve-se aplicar uma ação que dê continuidade à redução do IPI”.
Minha Casa, Minha Vida – A câmara defende que o programa do governo federal, com o plano de um milhão de moradias destinadas à população de baixa renda, terá o custo barateado com a prorrogação da desoneração do IPI.
Linha branca – Roberto Breithaupt ainda destacou os resultados do IPI reduzido nos produtos da linha branca. Entre abril e agosto, foram vendidos 8,2 milhões de eletrodomésticos, um aumento de mais de 20% em relação ao mesmo período do ano passado. Além disso, a medida teria ajudado a criar seis mil novos empregos.
Participaram da reunião a Federação das Associações de Comerciantes de Material de Construção, representantes das Associações Comerciais de Material de Construção (Acomac) de Jaraguá do Sul, Blumenau, do Sul e do Oeste de Santa Catarina, o presidente da Fecomac, Henrique Loja, o presidente do Sindicato dos Despachantes Aduaneiros, Marcelo Petrelli, o presidente da Fecomércio SC, Bruno Breithaupt, os diretores do Sistema Fecomércio, Marcos Arzua (Fecomércio) e Rudney Raulino (Senac), e empresários do segmento. Foram discutidos ainda o regime de substituição tributária, as normas de sobretaxação de imposto de importação, as propostas do setor para programas de governo e os cursos de formação em parceria com a Federação do Comércio, Senac e Fecomac, com recursos do FAT (Fundo de Amparo ao Trabalhador).


