Greve no transporte público prejudica o comércio em Florianópolis

De segunda-feira até a última quarta (30) os trabalhadores do transporte coletivo urbano de Florianópolis estiveram em greve. As consequências da paralisação não afetaram somente o usuário, mas prejudicaram também o comércio. Além de queda expressiva no movimento das lojas, empresários tiveram que arcar com custos de transporte alternativo para seus funcionários. Para a Fecomércio, esta é uma situação bastante complicada, que afeta a cidade como um todo, na qual se exige uma solução rápida.

Segundo sondagem feita com comerciantes da capital pela Fecomércio nesta segunda-feira, a greve dos cobradores e motoristas de ônibus causou uma queda de 53% no movimento das lojas. Ao todo, 23% dos funcionários do comércio se ausentaram do serviço. Além dos faltantes, outros 25,5% chegaram atrasados aos locais de trabalho.

Os impactos só não foram maiores para o comércio porque desde o anúncio da greve, na última quarta-feira (23), a maioria das empresas se preparou para a paralisação: 67% afirmaram ter tomado medidas para evitar ausência e atrasos. E do total de estabelecimentos comerciais entrevistados, 45% disponibilizaram transporte alternativo para os funcionários.

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Última atualização: 28 de maio de 2012