Abril: SC e Brasil registram novas vagas de emprego

Os resultados de abril do CAGED, Cadastro Geral de Emprego e Desemprego, foram divulgados pelo Ministério do Trabalho e do Emprego ontem (17). Para a Fecomércio os dados são positivos, mas vem apresentando moderação em seu ritmo de crescimento devido à ausência de mão-de-obra qualificada. Ainda assim, de acordo com o cenário atual, é possível prever, em médio prazo, que a taxa de desemprego da economia continuará estável. Em Santa Catarina os números foram melhores do que no país.

O Brasil criou em abril 216.974 novos empregos formais. O resultado é superior ao registrado no mês anterior, onde foram geradas 111.746 novas vagas.

Os setores que puxaram o crescimento do emprego com carteira assinada em abril no Brasil foram: o setor de serviços (82.875 novas vagas), a construção civil (40.606), o comércio (33.704), a indústria de transformação (30.318), e a agricultura (21.916).

Apesar disso, na comparação anual, o resultado é 20,3% menor do que o de abril do ano passado, quando houve geração líquida (diferença entre contratações e demissões) de 272.225 vagas.

De janeiro a abril, o Brasil gerou 702.059 novos postos de trabalho. Valor também menor (-20,28%) do que o registrado nos primeiros quatro meses de 2011 (880.717). No acumulado dos últimos 12 meses, a geração líquida foi de 1.713.410 empregos formais no país.

Em Santa Catarina, o desempenho foi semelhante à média nacional. O estado criou em abril 7.919 novos empregos formais e assim, se saiu melhor na comparação com o mês anterior. Houve alta mensal de 0,42%. Já na comparação anual houve pequena queda. No mesmo período do ano passado o estado havia gerado 832 vagas a mais.

Já nos quatro primeiros meses deste ano, com a criação de 53.284 postos, houve acréscimo de 2,88%. No acumulado dos últimos 12 meses foram geradas em Santa Catarina 85.160 vagas de trabalho.

Os setores responsáveis pelo incremento do emprego em abril no estado foram a indústria de transformação (3.017 novos postos), os serviços (2.546), o comércio (1.740) e a construção civil (1.625).

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Última atualização: 18 de maio de 2012