MERCADO

Itens essenciais lideram compras em lojas físicas em SC

Atualizado em 13 abril, 2021

A crise econômica desencadeada pela pandemia tem provocado desemprego, queda do poder aquisitivo e diminuição da renda dos brasileiros. A Fecomércio SC realizou uma pesquisa para compreender a percepção e o comportamento de compra do catarinense com o agravamento da pandemia a partir de março.

Leia a pesquisa na íntegra

Conforme os dados, mais de metade dos consumidores não estava em isolamento no período: 52,1% deles estão saindo de casa para trabalhar, mas estão mantendo os cuidados, e 5,5% estão vivendo normalmente, sem mudar a rotina. Dos 42,4% que estão em isolamento total ou parcial, 37,2% sai de casa só quando é essencial.

Apesar de SC ter uma posição diferenciada- com menos desemprego e renda mais alta em relação aos outros estados- os consumidores continuam cautelosos nas compras em lojas físicas. “Os dados apontam que os catarinenses estão dando preferência às compras essenciais, seja pelo orçamento mais apertado ou receio de contrair o vírus. Quase quatro em cada dez afirmaram que contraíram Covid-19 ou alguém de sua residência positivou. Estamos atuando desde o início da pandemia para que o comércio mantenha os rígidos protocolos de forma a garantir a saúde dos trabalhadores e clientes, além de ter um ambiente seguro para que os catarinenses voltem a consumir com confiança”, avalia o presidente da Fecomércio SC, Bruno Breithaupt.

Comportamento de compras

  • A maioria dos consumidores (95,5%) realizou compras em lojas físicas no período entre 01 a 17 de março.
  • Os principais itens comprados são considerados essenciais: alimentos e bebidas (97,1%) e medicamentos (51,2%).
  • Os dois itens também lideram o ranking de intenção de compras futuras em canais físicos, com 89,8% e 50,7%, respectivamente.
  • Dos não essenciais, destaque para os gastos com serviços de beleza (14,8%) e vestuário (9,9%).
  • Entre aqueles que não realizaram compras físicas no período apurado, a maioria tem média de idade de 50,7 anos. Apesar da doença estar acometendo também faixa etárias mais jovens e da vacinação dos idosos, os consumidores mais velhos ainda têm receio de se expor ao vírus.

Os dados foram levantados com 403 consumidores entre os dias 17 a 20 de março, nas cidades de Blumenau, Chapecó, Criciúma, Florianópolis, Joinville e Lages.

Leia também

ECONOMIA 24 setembro, 2021

Confira o calendário de obrigações tributárias de outubro/2021

ECONOMIA 23 setembro, 2021

Selic aumenta e juros voltam aos níveis de 2019

ECONOMIA 22 setembro, 2021

Compras de presentes devem se concentrar na semana do Dia das Crianças em SC

PESQUISA 21 setembro, 2021

Resultados da temporada de inverno apontam para retomada do turismo em SC